Agente de campo

Seja agente de campo da Kultive.

Nove em cada dez hectares cultivados em Angola pertencem a explorações familiares. A maior parte desses produtores não tem smartphone e não nos vai encontrar sozinha. O agente de campo é quem os encontra, e ganha 2% de tudo o que eles venderem, enquanto venderem.

Não é emprego a tempo inteiro. Não há salário.

O que a Kultive dá

Identificação, cobertura de custos, e uma percentagem que não acaba.

Cartão de identificação Kultive

Um passe com o seu nome e número de agente. Mostra ao produtor que quem bate à porta é mesmo da Kultive, e protege-o de ser confundido com quem não é.

Colete de trabalho Kultive

Identificação visível no terreno. Chegar a uma exploração identificado abre portões que uma chamada de um número desconhecido não abre.

Cobertura dos custos de verificação

A deslocação para fotografar e confirmar que o produto existe é suportada pela Kultive. O agente nunca paga do seu bolso para verificar um lote.

2% de cada venda dos seus produtores

De todas as vendas, sempre. Enquanto o produtor que registou continuar a vender pela Kultive, a percentagem é sua. Sai da comissão da Kultive, por isso o produtor não paga mais nada.

As contas

O que 2% significa numa venda real

A Kultive cobra 9,95% ao vendedor, descontados na liquidação e só quando a venda acontece. Os seus 2% saem dessa comissão, nunca por cima dela. O produtor que registou paga exactamente o mesmo que qualquer outro.

Venda do produtorO produtor recebeO agente recebe
50.000 Kz45.025 Kz1.000 Kz
100.000 Kz90.050 Kz2.000 Kz
500.000 Kz450.250 Kz10.000 Kz

Dez produtores activos a venderem 100.000 Kz por mês são 20.000 Kz mensais. Não é salário e não o tratamos como tal. É uma percentagem do que ajudou a acontecer, e cresce com a carteira que construir.

A relação

Trabalhador por conta própria, e ajudamos com isso.

Isto não é emprego a tempo inteiro e não há salário. O agente de campo trabalha por conta própria: escolhe os dias, organiza o seu circuito e é pago pelo resultado.

Sabemos o que isso implica em Angola. Quem trabalha por conta própria tem obrigações de INSS e de IRPS que ninguém desconta por si, e é aí que a maioria se perde. Se precisar, damos apoio de contabilidade para tratar da inscrição e das contribuições.

Esse apoio é uma ajuda, não uma substituição. A declaração é de quem a assina.

O trabalho

Cinco tarefas, e todas deixam registo

Registar produtores

Abrir a ficha no telemóvel: nome, contacto, zona e o que produzem. Área e quantidade ficam por preencher quando não se sabem. Não declarado não é zero.

Visitar, e registar a visita

Cada deslocação fica escrita, com o motivo e o resultado. Uma visita em que o produtor não estava também se regista.

Fotografar e publicar o lote

O produtor sem smartphone não pode publicar o que tem. O agente publica por ele, e o lote fica do produtor.

Transmitir pedidos de compra

Quando chega procura para um produtor sem telefone capaz, o agente leva-a e regista a resposta.

Confirmar a recolha

No ponto de recolha, pesar, contar e fotografar. É a única parte do trabalho que acontece depois de o comprador ter pago.

Limites

O que o agente não pode fazer

Estão no sistema, não só nas instruções. Protegem o agente tanto quanto o produtor.

  • Não vê pagamentos. Nem valores a pagar, nem valores pagos.
  • Não vê o balcão nem os produtores de outros agentes.
  • Nunca recebe dinheiro de produtores. Se alguém pedir dinheiro em nome da Kultive, não é da Kultive.
  • Não pode conceder verificação a si próprio. Uma fotografia sem missão activa fica auto-declarada.
  • Não leva o orçamento nem o contacto do comprador ao produtor, nem a morada exacta do produtor ao comprador.

Requisitos

O que é preciso ter

  • Um smartphone com câmara. É a única exigência técnica, e é do agente, não do produtor.
  • Conhecer a zona, e ser conhecido o suficiente para que abram o portão.
  • Português. Umbundu, Kimbundu, Kikongo ou Chokwe são uma vantagem real no terreno.
  • Não é exigida formação agronómica. Avaliar tecnicamente o produto não é função do agente.

Trabalhamos em nove províncias: Bengo, Benguela, Bié, Cuanza Sul, Huambo, Huíla, Luanda, Malanje e Uíge. Candidate-se a partir de qualquer uma delas.

Candidatura

Diga-nos quem é e que zona conhece.

Lemos todas as candidaturas. Ligamos para marcar uma conversa.

Com indicativo ou sem: 923 000 000 ou +244 923 000 000.

Se tiver. O convite de acesso segue por email, mas ligamos primeiro.

Línguas que fala

Os dados desta candidatura servem apenas para a avaliar e para o contactar. Não são publicados nem partilhados com compradores.